Bem vindo ao blog GP-LINFE!

Este é um espaço para compartilhar estudos e pesquisas que envolvam os temas infâncias, linguagem, educação, formação de professores. Nele postamos nossos textos de estudo, produções e aspectos da vida do Grupo, além de materiais que possam subsidiar estudos e pesquisas de professores, grupos de pesquisa e demais interessados nos temas que nos afetam.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Leia para uma criança

PRATIQUE!
Queremos voçês lendo para uma criança!
Peça gratuitamente sua coleção Itaú Infantil 2013.
São dois Títulos escolhidos pela Fundação Itaú Social.
São eles: "O mundo inteiro" de Liz Garton Scalon e Marla Frazee; "E o dente ainda doía" de Ana Terra.
#issomundaomundo
www.itau.com.br/itaucriança

Leitura no Campus

Olá Pessoal!
No dia 24 de novembro de 2013 a Universidade irá sediar
a 2º edição do Projeto Leitura no Campus, desenvolvido pelo Laboratório de Alfabetização da Faculdade de Educação, sob coordenação da Prof Suzana Vargas.
É um momento de leituras deleite, no qual as crianças têm o acesso a diversos livros literários disponíveis no campus universitário!
Pais e profesores tragam as crianças, vamos incentivar a leitura infantil!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Estamos vivendo um momento delicado e, ao mesmo tempo, importante para o nosso grupo. Como já esclarecemos em alguns trabalhos publicados, a pesquisa “Práticas de leitura na educação infantil e na passagem ao ensino fundamental”, bem como a "Práticas de leitura nos anos iniciais do ensino fundamental" se desenvolveu no Grupo de Pesquisa Linguagem Educação Formação de professores e Infância (LEFoPI), o qual é parte integrante do Núcleo de Estudo em Educação e Linguagem (NEEL), na Faculdade de Educação (FACEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Com o passar do tempo, o LEFoPI cresceu, originando duas vertentes - uma com o foco nas creches e outra nas escolas. Com isso sentimos a necessidade de nos tornarmos independentes. Para darmos o nosso primeiro passo, precisamos pensar em um nome que contemple todas as nossas características, para tanto contamos com você leitor e todos os participantes do grupo. 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

"A MENINA QUE NÃO SABIA LER" (Harding John)


Nosso Grupo de Pesquisa está lendo esse livro como leitura de férias. Aqui, você pode deixar seus cometários e impressões dessa história!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Seminário – As Artes Cênicas e a Educação (resenha)


 

Faculdade de Educação - FACED

Curso: Pedagogia

Pesquisa:

Práticas de Leitura na Educação Infantil

e na Passagem ao Ensino Fundamental

Orientadora: Hilda Aparecida Linhares S. Micarello


 

Bolsista:

Marcelo Costa Carvalho


 


 


 

RESENHA

"Seminário: Artes Cênicas e a Educação"


 


 


 


 

Juiz de Fora / MG

2010


 


 


 

RESENHA

"Seminário: Artes Cênicas e a Educação"


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

Orientadora: Profª Drª Hilda Aparecida Linhares S. Micarello


 


 


 


 


 


 


 


 


 

Juiz de Fora / MG

2010


 

Seminário: "As Artes Cênicas e a Educação". 4º Festival Nacional de Teatro. Juiz de Fora, Minas Gerais. Centro Cultural Bernardo Mascarenhas. 31 de agosto de 2010.


 


 


 

Aconteceu no dia 31 de agosto de 2010 o Seminário "As Artes Cênicas e a Educação", participante do 4º Festival Nacional de Teatro (Juiz de Fora, Minas Gerais). O Festival contou com inúmeras apresentações de espetáculos teatrais, oficinas de arte, bem como esse Seminário que, a princípio, teria como tema principal discussões pertinentes à articulação entre o Teatro – e a arte como um todo – e a Educação, como forma de interligar esses dois campos de atuação na abrangência que se refere à Arte-Educação. O Seminário foi presidido por Gabriela Machado (arte-educadora) e Gilberto Amâncio de Almeida (arte-educador), ambos membros da ABRA – Rede Brasileira de Arte-Educadores. Estavam presentes vários artistas e professores de Juiz de Fora e outras cidades brasileiras.

O Seminário iniciou-se com uma breve dinâmica: cada grupo de participantes deveria debater, em alguns minutos, seus significados de Arte-Educação e como essas duas "palavras conjugadas" faziam sentido em suas vidas profissionais. Após essa discussão inicial, os mediadores ouviram todas as questões levantadas com o propósito de um debate das visões gerais daquele grupo de pessoas acerca da Arte-Educação. Particularmente, o que nos foi de grande relevância está intimamente ligado à observação de como os profissionais ali presentes se situavam perante seus trabalhos de Educação tendo como a Arte uma importante ferramenta e de como esses dois "caminhos" estão presentes no cotidiano de cada um, dentro de um processo de aprendizagem. Esta afirmativa esteve presente, de certa forma, em todas as proposições iniciais.

Logo após, Gabriela e Gilberto nos informaram sobre a ABRA, dizendo que se trata de uma grande organização, filiada a sindicatos, universidades e outras instituições ligadas à Educação. Gabriela nos informa que os congressos e eventos promovidos pela ABRA tem como objetivo central e mote principal a visão de "um desejo de transformação, na Educação, através das linguagens artísticas".

Sabemos que um arte-educador pode atuar tanto nas áreas de docência, quanto em outros "espaços" de cultura e educação não convencionais, como em gestões comunitárias e eventos que interligam conhecimentos multidisciplinares. Um dos aspectos do Seminário foi o de difundir a ideia de que a arte-educação sempre tem algo a transformar nos sujeitos envolvidos nesse processo, articulando pessoas e projetos específicos de cada área.

Um dos participantes do Seminário pediu informações adicionais sobre a ABRA. Os mediadores contaram um pouco da história dessa "rede", falando de alguns eventos nacionais e internacionais e nos informando de um site (REDE ABRA, 2010) informativo do VII Congresso Mundial da IDEA 2010 Viva a Diversidade Viva! Abraçando as Artes de Transformação!:


 


 

A ABRA - Rede Brasileira de Arteducadores - foi fundada em setembro de 2004 e é formada por arteducadores, educadores e artistas (indivíduos, grupos) que atuam no Brasil, comprometidos com a aplicação das linguagens artísticas como ferramentas pedagógicas, estéticas e transformadoras de formação e produção cultural. A Rede reúne e colabora com arteducadores engajados na criação intercultural e intracultural de intervenções culturais, que valorizam o desenvolvimento de processos coletivos, dedicados à transformação pessoal e comunitária, no Brasil e no exterior. Desde seu lançamento no Fórum Social Mundial de 2005, vem abrindo espaços de encontro, intercâmbio e formação entre arteducadores comunitários do Brasil e dos países da América Latina (Argentina, Chile, Peru e Cuba), África (Uganda), Ásia (China, Taiwan, Coréia do Sul e Hong Kong), e Europa (Grécia, Portugal e Inglaterra). Dentre os seus diversos projetos, a ABRA é a organização responsável pelo o VII Congresso Mundial da IDEA 2010 Viva a Diversidade Viva! Abraçando as Artes de Transformação! Primeiro Congresso Mundial da IDEA na América Latina. O evento será uma importante oportunidade para fortalecer o papel de nossas linguagens artísticas (em especial o teatro) e das culturas populares na construção de um novo paradigma educacional para o nosso século.


 


 


 

Gabriela pontua que a ABRA não acredita na "polivalência" do professor e do professor de artes (na escola) e, sim, acredita que todos os professores têm possibilidades de apropriação das linguagens artísticas em sua docência. Chamou-nos à atenção quando Gilberto discursa sobre "a descentralização da Educação através de políticas públicas" – descentralização no que se refere aos Estados e pólos convencionais de movimentos na área.

Nesse ínterim, foram levantadas várias questões, por parte de todos os participantes – algumas pertinentes ao Seminário, outras nem tanto – acerca de movimentos sociais que permitam utilizar a Arte como "veículo" em transformações de caráter micro e, posteriormente, de caráter macro. Nessa parte do Seminário nos ocorreu uma reflexão: os discursos eram bem feitos, tinham certo fundamento, porém, a sensação era de estar ouvindo um debate um pouco superficial e que primava por uma "propaganda" e divulgação da ABRA.

Por fim, nos foi apresentado um convidado, apenas pelo primeiro nome, Júlio. Este é professor de "trilha sonora" no curso de teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte – Minas Gerais. Júlio contou um pouco de sua trajetória como artista e professor, deixando algumas perguntas "no ar": "Qual é o papel do artista enquanto professor?"; "O que e como a potência cultural do Brasil inspira a construção de uma identidade de teatro nacional?"; Como o teatro pode completar a formação dos professores de outras áreas?"; "A Arte é o lugar do invisível ou do indizível?"; "A Educação tenta tornar todas as coisas em palpáveis, concretas. Aí está a desarticulação entre esses dois campos?". Finalizou o Seminário realizando uma dinâmica de grupo que envolvia ritmo corporal, música e descontração coletiva.

Isto posto, consideramos que, de certa forma, o Seminário realizou sua função principal: semear vários questionamentos e reflexões acerca da Arte-Educação. Contudo, acredito que um evento desse porte poderia ter sido um pouco mais abrangente, não se limitando a tantas explanações sobre a ABRA e histórias profissionais pessoais.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

REFERÊNCIA


 


 


 

ABRA - Rede Brasileira de Arte-Educadores. Disponível em
<

http://enabahia.webnode.com/rede-abra/ > Acessado em 03 de setembro de 2010.


 

terça-feira, 17 de agosto de 2010

"Ler na Escola" (Nova Escola)

Clique aqui e acesse a Edição do mês de Agosto da Revista NOVA ESCOLA sobre "leitura".

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pesquisa: Práticas de Leitura na Educação Infantil e na passagem ao Ensino Fundamental

(Apresentação feita pela Profa. Dra. Hilda Micarello - Professor Adjunto - FACED/UFJF, Coordenadora Geral do Curso de Pedagogia UAB/UFJF e Coodenadora dessa Pesquisa)

O objetivo geral do presente projeto de pesquisa é compreender as relações entre educação infantil e ensino fundamental frente à nova realidade de inclusão da criança de seis anos nesta etapa da educação básica, especialmente no que se refere às práticas de leitura às quais as crianças são expostas, tanto na educação infantil quanto no ensino fundamental.
  • É possível estabelecer uma relação entre as práticas de leitura desenvolvidas na educação infantil e o desempenho posterior dos alunos nos anos iniciais do ensino fundamental?
  • Como é feita a transição entre educação infantil e primeiro ano do ensino fundamental em escolas que atendem a ambas as etapas da educação básica?
  • Quais as concepções dos professores sobre as relações entre educação infantil e ensino fundamental?
  • Quais são as práticas de leitura desenvolvidas na educação infantil e na etapa incial do ensino fundamental?
  • Qual o papel dessas práticas na rotina diária da educação infantil e da etapa inicial do ensino fundamental?
  • Quais as concepções do professor sobre a função e papel dessas práticas no desenvolvimento dos alunos e em seu processo de escolarização?
  • Quais as permanências e rupturas entre as práticas de leitura e escrita desenvolvidas na educação infantil e aquelas promovidas no 1º ano do ensino fundamental?
Essas questões desdobram-se nos seguintes objetivos específicos:

• Compreender as situações de leitura vivenciadas por crianças na educação infantil e no ensino fundamental;

• Identificar especificidades dos espaços e tempos de leitura na educação infantil e no ensino fundamental, estabelecendo relações entre esses espaços e tempos e as práticas vivenciadas pelos sujeitos;

• Identificar os mediadores da relação das crianças com a leitura, na educação infantil e na etapa inicial do ensino fundamental;

• Compreender as concepções dos professores acerca do papel e função da leitura para as crianças, na educação infantil e na etapa inicial do ensino fundamental;

• Compreender os sentidos e significados construídos pelas crianças para suas experiências com a leitura, na educação infantil e na etapa inicial do ensino fundamental.